Produzido por Elias Freitas

 

 

Desde 2019 os preços dos livros tenderam a aumentar. Uma situação alarmante para um país com índices cada vez menores de leitores. Porém, o foco em si não é para os leitores (que podem variar a sua quantidade de acordo com a preferência da geração), mas sim, dos que regem o governo atual.

 

Por lei, aqueles que modificam diretamente as regras do próprio país são os famosos políticos. Os seus interesses, em suma, não pertencem ao mesmo das classes dos trabalhadores. Seus organizados planos políticos podem ser maiores que as sua singulares individualidades.

 

Desde os tempos de Nicolau Maquiavel (1469-1527) – diplomata e político italiano – o meio das relações interpessoais sofreu grandes alterações. Sua juventude no esplendor político da República Florentina lhe favoreceu um sentido aguçado que iria muito além de sua época. Seu conjunto de anotações ‘O príncipe’ explanou a real natureza do homem no meio político e como se adaptar a ele, e não como poderia vir a ser. Sobressaindo assim de suas figuras de inspiração, Nicolau transcendeu as barreiras do tempo ao mudar o mundo que hoje conhecemos.

 

Não é preciso ter acesso a obra de Maquiavel para entender o seu ponto de vista. Assim como as obras de Leonardo da Vinci ou Michelangelo, os ideais de grandes ‘Mestres’ fazem parte de nosso cotidiano, quase que instintivamente. Moldam nossa concepção entre o fracasso e o sucesso; o bem e o mal; o certo e o errado. Por serem atemporais e possuírem uma profundidade sem igual, afeta a cultura do mundo. Afeta a forma como agimos.

 

Todas as reflexões que rodeiam entre vários povos há milhares de anos, nos fazem questionar todas as coisas que nos cercam. Possivelmente estamos no ponto chave que pode decidir o desfecho da nação brasileira e, a sua educação.

 

O que você achou? Qual é o seu breve pensamento sobre a ideia do aumento no preço dos livros? Acha que ficaria ainda mais complicado para a classe baixa ter acesso à literatura? Deixe seu comentário nas redes sociais @portalparnapop

Fotografia: Daniel Teixeira/Estadão