Mais um aumento no preço médio do botijão de gás de cozinha inferniza a vida de pessoas necessitadas. Sim, isso mesmo! segundo o sindicato dos revendedores, esse é o 12º aumento seguido, o segundo apenas em 2021. O preço no Rio Grande do Norte pode chegar a incríveis R$ 91.

 

“Infelizmente nós fomos novamente surpreendidos por mais um aumento da Petrobras. Esse é o 12º aumento consecutivo, o segundo desse ano”, afirmou o presidente do Singás-RN, Francisco Correia.

Ainda no mês de janeiro, após um reajuste da Petrobras, o preço médio já havia se aproximado dos R$90. Francisco Correia não poupou reclamações às decisões da Petrobras, veja: “São 12 aumentos sem justificativa nenhuma. Não houve aumento de derivado, não houve aumento de petróleo, não houve aumento de nada. O único aumento que houve foi a margem de lucro da Petrobras”, disse.

Francisco também lamentou o aumento absurdo que irá ocorrer em alguns municípios do Rio Grande do Norte, confira: “Infelizmente, nós vamos ter que repassar esse aumento a partir de hoje a todo Rio Grande do Norte. Esse aumento vai variar, dependendo do município, de R$ 5 a R$ 6 de aumento”.

O presidente da Singás também se manifestou e, segundo o próprio, a recomendação é que os botijões que ainda estão em estoques dos revendedores sejam vendidos pelo preço antigo e que apenas após a nova demanda, o preço passe ser o novo.

Também questionado sobre a participação dos impostos estaduais, o secretário da tributação, Carlos Eduardo Xavier, explicou e garantiu que a alta no preço não tenha quaisquer relação com os impostos, visto que eles são realmente essenciais, confira o pronunciamento:

“Nós não negamos a participação dos tributos estaduais, principalmente o ICMS, na composição de preço dos combustíveis. Mas a gente tem batido na tecla ultimamente de que não há alguma alteração nos últimos meses, com esses aumentos sequentes, que justifiquem esse aumento nos preços. Isso é fruto da politica de preço da Petrobras. Essa variação ocorre por isso”, falou.

“Os tributos, a gente não nega. São alíquotas altas, representativas. Mas não houve, nesse momento, nenhuma alteração que justifique esses aumentos de preço. Então a gente mantém a nossa posição que diz claramente que esses aumentos sucessivos não são ocasionados pelos nossos tributos e sim pela questão da política de preço da Petrobras”.

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Referência: G1 RN

Crédito Imagem Principal/Capa: Uol

Elaborado e Postado por: Elias Freitas