A onda de frio no estado do Texas, nos Estados Unidos, causa calafrios em muitas pessoas no mundo. E não é apenas apenas empatia, pena ou calafrios que ela causa, mas sim a reflexão nas cotações internacionais do petróleo. Ademais, a ampliação da pressão sobre a política de preço de combustíveis da Petrobras também é eminente. Nesta quarta-feira (17/02) duas das principais cotações fecharam em cerca de R$ 5,40 por barril.

 

As grandes nevascas, que levaram ao fechamento das principais refinarias dos Estados Unidos, reforçam as expectativas que deve perdurar, ainda, o ciclo de alta nas cotações internacionais.

 

No pregão dessa quarta, o conhecido petróleo Brent, uma referência internacional para negociação em Londres, fechou em alta de US$ 64,34 (cerca de 347) por barril, indicando assim uma alta de 1,6%. Já o petróleo WTI, não ficou de fora, e foi negociado em Nova Iorque por US$ 61,14 (R$ 330), subindo 1,8%.

 

Esses são os maiores valores desde janeiro de 2020, antes mesmo, do início da pandemia. Nessa época, o mercado de petróleo era pressionado pela possibilidade de um novo confronto no Oriente Médio, após a morte do general iraniano Qasem Soleimani pelos EUA.

 

As cotações já vinham em uma alta estrondosa nas últimas semanas, diante da perspectiva do retorno da economia após um grande avanço da vacinação contra a Covid-19 pelo mundo, e de cortes de produção promovidos pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

 

 

 

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Referência: Folha de S.Paulo

Crédito Imagem principal/capa: (Montinique Monroe/AFP)

Elaborado e postado por: Elias Freitas